
Alex Ferguson comparou Cristiano Ronaldo a Pelé e Maradona, pois, na sua opinião, os sinais de uma carreira igualmente brilhante são evidentes.
«As expectativas são sempre tão altas com Cristiano, sobretudo devido ao seu crescimento nos últimos dois/três anos. Ele marcou 42 golos na época passada, o que para um jogador polivalente como ele é soberbo. Pelé marcou numa final do Mundial com apenas 17 anos e Maradona jogou pela Argentina também com 17. Cristiano tinha 18 e, por isso, as indicações são as mesmas», considerou o treinador do Manchester United, este sábado, em conferência de imprensa realizada em Yokohama, Japão.
«A sua habilidade com os dois pés é tremenda. Nunca o associaríamos a um extremo português, mas ele é absolutamente magnífico. Está com 23 anos, mas tem muitas coisas a seu favor para se tornar uma lenda», defendeu Alex Ferguson, a respeito de Cristiano Ronaldo, um dos marcadores na vitória de quinta-feira sobre o Gamba Osaka, na meia-final do Mundial de Clubes.
O técnico reconheceu que o internacional português ainda não está na forma que o catapultou para a Bola de Ouro, contudo, está no bom caminho. «Ele não perdeu a vontade de ter a bola sempre nos pés. Poucos extremos têm tanta influência num jogo como Cristiano», observou.
«As expectativas são sempre tão altas com Cristiano, sobretudo devido ao seu crescimento nos últimos dois/três anos. Ele marcou 42 golos na época passada, o que para um jogador polivalente como ele é soberbo. Pelé marcou numa final do Mundial com apenas 17 anos e Maradona jogou pela Argentina também com 17. Cristiano tinha 18 e, por isso, as indicações são as mesmas», considerou o treinador do Manchester United, este sábado, em conferência de imprensa realizada em Yokohama, Japão.
«A sua habilidade com os dois pés é tremenda. Nunca o associaríamos a um extremo português, mas ele é absolutamente magnífico. Está com 23 anos, mas tem muitas coisas a seu favor para se tornar uma lenda», defendeu Alex Ferguson, a respeito de Cristiano Ronaldo, um dos marcadores na vitória de quinta-feira sobre o Gamba Osaka, na meia-final do Mundial de Clubes.
O técnico reconheceu que o internacional português ainda não está na forma que o catapultou para a Bola de Ouro, contudo, está no bom caminho. «Ele não perdeu a vontade de ter a bola sempre nos pés. Poucos extremos têm tanta influência num jogo como Cristiano», observou.

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